terça-feira, 19 de setembro de 2017

Papa vai ter Portugal Católico nas mãos

O Papa Francisco vai receber amanhã um exemplar da obra “Portugal Católico”. Trata-se de um projecto ambicioso, com o qual tive o privilégio de colaborar, com contribuições de quase 200 autores que pretende ser um raio-X do catolicismo em Portugal. (Ver imagem).

Começou esta terça-feira o Encontro Nacional da Pastoral Social que irá debruçar-se sobre o Amoris Laetitia.

Ontem celebrou-se a missa de sétimo dia em memória de D. António Francisco dos Santos. Um homem bom com uma força radicada na “pobreza e oração”, segundo D. António Taipa.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

E você, já rezou pelos políticos hoje?

Como tinha avisado, estive fora na semana passada e por isso não pude partilhar nenhuma das muitas notícias que foram publicadas por causa da morte inesperada de D. António Francisco, do Porto. Aqui podem recuperar algumas das mais importantes notícias e homenagens a um homem que era unanimemente considerado um cristão exemplar com um grande coração.

Esta segunda-feira o Papa alertou para a necessidade de se rezar pelos políticos, acrescentando que quem não o faz deve admiti-lo no confessionário. Ontem Francisco falou da necessidade de se perdoar e na incoerência de quem se recusa a fazê-lo.

Entretanto foi libertado o padre indiano que tinha sido raptado no Iémen há um ano e meio e um funcionário da nunciatura do Vaticano, em Washington, está a ser investigado por suspeita de pornografia infantil.

Durante a semana também publiquei um artigo novo do The Catholic Thing. David Warren recorda o autor Hillaire Belloc que previu, num livro escrito em 1938, que o Islão iria recuperar a sua força e continuar a ameaçar o Ocidente. Não perca!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Regresso às Aulas

David Warren
É preciso descrever o choque que senti ao ver que o livro “As Grandes Heresias”, de Hillaire Belloc, tinha sido reeditado. Há anos que procurava um exemplar em papel deste livro em todos os lugares do costume, como alfarrabistas e feiras de antiguidades. Reparei que, apesar de ainda constar do catálogo, tinha sido retirado fisicamente de pelo menos uma biblioteca e despachado de várias outras.

Não que isso me surpreendesse. Quanto mais importante é um livro para a nossa civilização, mais rapidamente desaparece das prateleiras. Recentemente, por exemplo, descobri que toda a secção de clássicos romanos e gregos foi eliminada da Biblioteca de Referência Central de Toronto, por falta de “interesse público”. E depois que as secções de clássicos de muitas bibliotecas universitárias tinha encolhido ao ponto de, agora, eu ter mais textos no meu pequeno apartamento.

Não é nada que nos preocupe porque sabemos que “tudo” foi preservado no éter electrónico e pode ser baixado por qualquer pesquisador insistente, normalmente de borla. Mas pouca gente se preocupa com os clássicos, menos ainda com os padres da Igreja e os acervos digitais são, pela sua própria natureza, precários. Mais fundamentalmente, como os “estudos” continuam a demonstrar, a retenção por parte de utilizadores de material lido em ecrãs de computador é praticamente zero.

Enfim, como dizem... E não me espanta que tenhamos multidões ignorantes a atacar as relíquias do passado, como as estátuas públicas. Torna-se muito mais fácil alimentar estas turbas porque, na ausência de materiais que não lêem nem respeitam, acreditarão em tudo o que se lhes contarem sobre o passado.

Voltando a Belloc, ele não era grego nem romano, mas a sua obra enquanto historiador é assinalável. Era um historiador popular, e não académico, mas não deixava de ter uma educação formidável e abrangente, não só por leitura mas também por ser viajado e abria caminhos por cada lado para que se voltava. E, como Belloc sabia perfeitamente, o leitor inteligente não se tem de restringir a Belloc. Somos livres de o contradizer mas, claro, isso requer paciência e esforço.

Sei bem qual foi o dia em que comecei a procurar um exemplar de “As Grandes Heresias”, porque foi no dia 12 de Setembro de 2001. Poderia ter sido na véspera, não fosse eu, então, um praticante de jornalismo diário e, por isso, tenha sido distraído dos interesses bibliográficos por “notícias de última hora”.

Parece que entre os meus compatriotas – pelo menos os que trabalhavam para os media – pensava-se que eu sabia alguma coisa sobre o Islão. Eu não me considerava um especialista, mas tendo em conta as circunstâncias, qualquer coisa servia e por isso, de repente, dei por mim com a liberdade de preencher as colunas que quisesse no jornal.

As pessoas queriam saber o que era esta coisa do “Islão” e o que é que se tinha passado enquanto dormiam. Fiz os possíveis para os informar – ter os factos correctos e essas coisas – e os editores que anteriormente me tinham desclassificado por ser “algum tipo de conservador”, até me estavam a agradecer.

Esta situação simpática manteve-se durante umas semanas, até que se descobriu que algumas das coisas que eu tinha escrito não eram, por assim dizer, “politicamente correctas”. A invasão americana do Afeganistão foi bem aceite, inicialmente, mas quando chegou ao Natal desse ano os “progressistas” tinham recuperado a sua garra e os apologistas liberais do Islão estavam em crescendo.

Hillaire Belloc
Desencorajaram-me especialmente de escrever sobre os 14 séculos de história por detrás deste incidente particular, que de tantas formas fazia lembrar o século VII. Mesmo a minha explicação inicial do significado da data 11 de Setembro – 1683 – se tinha perdido debaixo do burburinho dos “peritos” alternativos, que nunca tinham ouvido falar de tais coisas.
 
A vitória do exército cristão sob o comando do Rei João III Sobieski, da Polónia, que derrotou os otomanos às portas de Viena, tinha sido das datas mais famosas da história. Caso essa batalha tivesse sido vencida pelo “infiel turco”, como era conhecido em tempos na Europa, este ficaria em posição de se lançar Danúbio acima e atingir o coração da Europa Ocidental. Foram parados em Lepanto, tal como os antecessores tinham sido parados por Carlos Martel no meio de França. Grandes batalhas como estas mudam o rumo da história.

Para a Al Qaeda, abertamente dedicada à restauração de um califado mundial, este revés decisivo em Viena era a fonte de grande angústia. Ainda por cima não tinha sido a primeira tentativa. Há mais de um século que a cidade era um alvo, como antes tinha sido Constantinopla (hoje Istambul), com ataques anuais até à eventual queda em 1453.

Este longo “choque de civilizações” era de conhecimento geral, tanto no oriente islâmico como no ocidente cristão até há pouco tempo. Escrevendo em 1938, Belloc apanhou os seus leitores de surpresa ao sugerir que o choque não tinha chegado ao fim. Ele previa, corajosamente, que o Islão ia recuperar e que os ataques recomeçariam.

Para um leitor há 80 anos o Islão tinha sido inteiramente derrotado, às mãos da organização e da tecnologia ocidental. Mas foi precisamente porque o analisou enquanto fé – aliás, considerando-o uma heresia cristã – que Belloc pôde apreciar as suas forças. Mais, foi através da análise das outras grandes heresias que tinham dividido e viciado a Cristandade (ariana, albigense, protestante e modernista) que pôde antecipar o revivalismo islâmico.

A sua análise, não obstante ser extremamente “politicamente incorrecta”, é muito mais subtil que a caricatura habitual; cada uma das cinco grandes heresias que Belloc analisa era única à sua maneira, e a sua análise das suas interacções é de um extraordinário nível intelectual. Não podemos deixar que a sua prosa arrebatadora e acessível nos distraia da precisão do seu raciocínio.

Na verdade o livro é de tal forma pertinente que fiquei chocado de o ver novamente em circulação. O meu primeiro pensamento foi: “Como é que isto foi permitido?”. Porque o livro não envelheceu. Quem envelheceu fomos nós.


David Warren é o ex-director da revista Idler e é cronista no Ottowa Citizen. Tem uma larga experiência no próximo e extreme oriente. O seu blog pessoal chama-se Essays in Idelness.

(Publicado pela primeira vez na sexta-feira, 1 de Setembro de 2017 em The Catholic Thing)

© 2017 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Sobrevivendo em Rio de Mouro

Survivors
O Papa encontra-se esta sexta-feira com soldados, polícias e guerrilheiros feridos na guerra civil da Colômbia, mantendo o enfoque na reconciliação, que tem sido o mote para a sua viagem.

Ontem encontrou-se com os bispos da Venezuela, que renovam as críticas ao regime.

Conheça aqui a história da escola católica que sobreviveu à I República e continua de portas abertas, em Rio de Mouro.

Hoje chamo atenção para mais um artigo do The Catholic Thing que foi publicado durante as férias. Robert Royal, editor do site, escreve sobre o fenómeno cada vez mais frequente que se traduz numa revolta adolescente dos ocidentais contra a sua própria cultura.

Não perca também o artigo desta semana, sobre a necessidade de agir agora para salvar o Cristianismo no Iraque

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Nem mais cem anos de solidão!

Um Papa rejuvenescido na Colômbia
Hoje foi o primeiro dia “em cheio” do Papa na Colômbia.

Francisco encontrou-se com as autoridades e com o Presidente da Colômbia, citando Gabriel García Marquez num discurso muito bonito.

Depois visitou a Catedral e dirigiu-se aos jovens, mostrando-se muito bem-disposto e em boa forma. Seguiu-se um longo discurso aos bispos. Esta noite há ainda um encontro com os representantes da CELAM e missa às 22h, hora portuguesa, que podem acompanhar em directo no liveblog da Renascença.

Realizam-se em Lisboa, precisamente na sede da Renascença, as jornadas da Comunicação Social. Os interessados podem inscrever-se através do link neste artigo.

Aos interessados, Bragança vai promover um ciclo de música sacra.

Aproveito para divulgar mais dois dos artigos do The Catholic Thing que publiquei durante o passado mês. Anthony Esolen escreve sobre aquela bela frase que Jesus nunca disse: “Se vires um argueiro no olho do teu irmão, ignora-o, porque o mais natural é teres um argueiro no teu olho também, ou alguma coisa pior”.

E Randall Smith tem um belo texto sobre o cuidado que temos de ter quando debatemos temas sensíveis e a firmeza que temos de ter perante exigências das autoridades que chocam com as nossas crenças. Leiam, vale bem a pena. 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Colômbia e o sonho dos sírios

Alegria internacional pelo regresso da Actualidade Religiosa
Espero que as vossas férias tenham sido excelentes! Aqui estou de regresso para vos trazer as notícias mais importantes – e por vezes mais bizarras – do mundo da religião.

O Papa está neste momento a sobrevoar o Atlântico, a caminho da Colômbia. É uma visita integrada num complexo e precioso processo de paz. Saiba mais sobre o contexto da viagem aqui, conheça o hino oficial aqui (eu dispensava o rap, mas de resto até é giro) e neste liveblog acompanhe a par e passo a viagem que vai durar vários dias.

Ontem foi dia Internacional da Caridade e assinalaram-se 20 anos da morte de Madre Teresa de Calcutá. Não, não é coincidência.

Numa altura em que península Coreana está em grande tensão, o Papa pediu aos líderes religiosos da Coreia do Sul que sejam instrumentos de paz e um grupo de empresários de Ourém vai para lá cativar mais peregrinos para Fátima.

Por cá o clima no futebol português às vezes faz lembrar a Coreia do Norte, mas para quem gosta verdadeiramente deste desporto e da cultura que o envolve, convido-vos a ler esta reportagem sobre o sonho da selecção da Síria, onde estão representadas as diferentes comunidades, incluindo cristãos, e que está a meros passos de conseguir um lugar no mundial 2018.

Durante as férias fui publicando os artigos do The Catholic Thing. Convido-vos a ler este par de artigos, com um tema parecido. Um fala dos efeitos da poluição causada pela pílula contraceptiva e outros medicamentos que estão a levar a desequilíbrios hormonais nas águas e o outro pergunta se haverá uma razão psíquica para a descida abrupta de níveis de fertilidade entre homens ocidentais.

Para esta semana temos o artigo de Brad Miner sobre o muito que a fundação Ajuda à Igreja que Sofre está a fazer pelos cristãos no Iraque, ajudando-os a permanecer no país.

Reconstruir o Cristianismo no Iraque: Agora ou Nunca

Brad Miner
O início de Setembro marca o regresso às aulas para milhões de crianças. Este ano, Graças a Deus, será marcado também pelo regresso às aulas de crianças cristãs iraquianas que, juntamente com as suas famílias, estão a regressar à planície de Nínive para reclamar as suas casas e as suas vidas, tão brutalmente afectadas pelo terrorismo e pela guerra. A fundação Ajuda à Igreja que Sofre, e em particular o seu ramo americano, têm sido instrumentais em ajudar a tornar isto possível. (Nota: Eu faço parte da direcção a AIS nos Estados Unidos e o nosso colega aqui no The Catholic Thing, George J. Marlin, é presidente.)

Num artigo anterior eu escrevi sobre um discurso do Sr. Marlin em que ele pedia um novo Plano Marshall para o Médio Oriente. É com alegria que anuncio que já se estão a dar os primeiros passos para a implementação de tal plano no Iraque.

Estamos felicíssimos por saber que este mês a AIS espera repatriar 15 mil pessoas na cidade cristã de Qaraqosh, no Iraq. São três mil famílias.

Esta planta, com as casas danificadas a amarelo, mostra quão extensivos foram os danos.



Ao todo, na Planície de Nínive, mais de 1200 casas foram destruídas pelo Estado Islâmico. Mais de 3000 foram danificadas pelo fogo e ainda mais de 8000 foram danificadas de outras formas e precisam de ser reparadas. O número de igrejas nas mesmas situações é respectivamente 34, 132 e 197. É aquilo a que se pode chamar um desastre não natural.

Mas como eu escrevi anteriormente, a repatriação dos cristãos para as suas terras ancestrais depende da existência de paz. E embora o Estado Islâmico tenha sido expulso de Nínive, resta saber se é possível garantir o regresso dos cristãos em segurança para Nínive e outros lados.

A história é esta:

Quando o mais recente problema de refugiados começou a aparecer nas notícias costumava ser em termos de combates entre o Estado Islâmico e várias milícias e exércitos nacionais, na maioria no Iraque e na Síria. A maioria de nós já viu fotografias de longas filas de deslocados internos, a fugir dos combates ou dos ultimatos que o Estado Islâmico fez aos cristãos: Converter-se ao Islão, abandonar as suas terras, ou morrer. Muito poucos cristãos optaram por converter-se e alguns foram mortos. Mas a maioria – juntamente com muitos, muitos muçulmanos – simplesmente fugiu, ou para países estrangeiros, ou para campos de refugiados.

As manchetes costumam referir-se ao influxo de Muçulmanos para a Europa, e em muitas situações lidam com a infiltração de militantes do Estado Islâmico, ou outros terroristas, que desde o 11 de Setembro de 2001 já mataram, pelo menos, 20,000 pessoas no mundo, com muitos milhares de feridos.

Mas estes são apenas assassinatos em ataques terroristas. A guerra – em larga medida islamita – na Síria, quase 400 mil pessoas morreram. Dezanove mil civis morreram no Iraque desde 2014 (acima de 60 mil combatentes perderam a vida), mas número mais devastador diz respeito ao número de deslocados internos no Médio Oriente: 4,525,968.

A Ajuda à Igreja que Sofre tem trabalhado em prole destes refugiados desde o início da crise, e sempre tivemos dois objectivos mente.

Temos procurado fornecer ajuda humanitária imediata a todos aqueles que foram expulsos das suas casas: água, comida, roupa e medicina – os essenciais – mas também educação para as crianças, ajudando a garantir que não se perde uma geração inteira de crianças.

E sempre acreditámos que um dia – tal como aconteceu no fim da Segunda Guerra Mundial – estes deslocados voltariam para retomar as suas casas, empregos e herança antiga. Os eventos mais recentes provam que tínhamos razão – e estamo-nos a preparar para enfrentar o desafio.

Recentemente o jornalista John L. Allen Jr. escreveu na revista “Columbia”, dos Knights of Columbus, que desde 2011 que a Ajuda à Igreja que Sofre “gastou 35.5 milhões de dólares a ajudar refugiados cristãos no Iraque e na Síria, em particular os que se encontram em Erbil e noutros pontos do Curdistão. O ramo americano da AIS têm contribuído de forma decisiva para este esforço.”

Allen encontrou um termo maravilhoso para este trabalho que estamos agora a começar: Dunkirk ao contrário.

Regresso a casa, aos olhos de uma criança cristã do Iraque
Tendo passado os últimos seis anos a ajudar as pessoas que fogem das suas casas, a AIS está agora, juntamente com outros grupos, entre os quais os Knights of Columbus, a Catholic Near East Welfare Association e a Catholic Relief Services, a ajudar os refugiados a regressar. Este esforço colectivo tem sido apelidado de Comité de Reconstrução de Nínive (CRN).

O objectivo da CRN é, de forma simples: “Ajudar os Cristãos Iraquianos que queiram regressar às suas aldeias na Planície de Nínive, onde vivem há séculos, e a fazê-lo de forma digna e em segurança”.

Como é evidente estas pessoas (na maioria católicas e ortodoxas) carregam com elas a sua dignidade, que nunca perderam, não obstante os sofrimentos e perigos que enfrentaram. Uma ajuda a essa dignidade passa pela reconstrução e renovação urgente das suas casas, escolas e meios económicos.

Claro que a segurança é uma preocupação constante e algo que a AIS/CRN não podem fornecer. Para isso é necessária a colaboração entre oficiais locais e nacionais do Iraque bem como de terceiros interessados. Na medida em que há paz na área, cabe a esses governos e aos terceiros (isto é, outras nações que têm interesses no Iraque e que têm consciência moral) desenvolver formas de proteger os cidadãos recém regressados, sejam católicos, ortodoxos, yazidis ou muçulmanos.

Os muçulmanos que anteriormente viviam em relativa paz com os seus vizinhos cristãos não podem se não agradecer os esforços dos cristãos para reconstruir Nínive, porque também eles serão beneficiários da renovada actividade económica e, sobretudo, da paz.

Aquilo que a NRC está a estabelecer em Nínive é uma espécie de lança em África – uma prova de que é possível reestabelecer comunidades multireligiosas onde diferentes fés podem coexistir de forma amigável.

Se for possível aqui, pode ser possível noutros lados. Seja como for, é agora ou nunca. 


(Publicado pela primeira vez na terça-feira, 5 de Setembro de 2017 em The Catholic Thing)

Brad Miner é editor chefe de The Catholic Thing, investigador sénior da Faith & Reason Institute e faz parte da administração da Ajuda à Igreja que Sofre, nos Estados Unidos. É autor de seis livros e antigo editor literário do National Review.

© 2017 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte:info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

Partilhar