quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Papa em Fátima e Fátima em São Paulo

O Papa deu mais uma indicação de que vem a Fátima em Maio, mas apenas a Fátima. Foi em conversa com D. Nuno Brás, bispo auxiliar de Lisboa.

Francisco não se tem cansado de erguer a voz pela paz na Síria, agora sobretudo numa altura em que os confrontos assumem proporções terríveis em Alepo.

Está a decorrer em São Paulo, no Brasil, a Feira Internacional de Turismo. Fátima é um dos temas que está a ser abordado.

Os bispos lusófonos estão preocupados com a instabilidade social e política nos países de língua portuguesa.

Frequentemente fala-se das questões da Igreja e da contracepção como se Roma apenas se tivesse pronunciado sobre o assunto nos anos 60. Mas não. Neste artigo do The Catholic Thing, Randall Smith explica que a posição da Igreja radica no início do Cristianismo, quando um dos métodos contraceptivos usados era ainda pó de bosta de crocodilo.

Termino com mais um desafio. Vai decorrer em Outubro, nos dias 14-16, um retiro vocacionado para casais que sofrem de infertilidade ou que passaram pelo drama de um aborto espontâneo. Todas as informações estão na imagem.

Quão Antigo é o Ensinamento da Igreja sobre Contracepção?

Randall Smith
Muitos dos leitores já saberão que um grupo de 141 académicos católicos, na maior parte da Europa e dos Estados Unidos, assinou algo que se chama a Declaração de Wijngaards, que deriva o seu nome do Instituto Wijngaards de Investigação Católica (“Promovendo a Igualdade de Género e a Partilha de Responsabilidades na Igreja” desde 1983). Esta declaração foi posteriormente apresentada nas Nações Unidas para – o quê precisamente? Aprovação? Diversão? Leitura de tempos livres? Parece que os signatários consideram que a Igreja deve mudar o seu ensinamento sobre contracepção. Ui, que modernos que eles são!

Felizmente, outro grupo de académicos católicos redigiu um documento de resposta: “A afirmação do Ensinamento da Igreja Católica sobre o Dom daSexualidade”. Este segundo documento, talvez goste de saber, conta actualmente com mais de 500 assinaturas de académicos com doutoramentos ou o equivalente nos ramos de Medicina, Direito, Filosofia e Teologia.

Muitos católicos pensam que a discussão sobre contracepção remonta à encíclica Humanae Vitae de Paulo VI, de 1968. Mas isso não é bem verdade, uma vez que as raízes desse ensinamento vêm bastante detrás. Em larga medida, Paulo VI estava meramente a reiterar, nas suas palavras, um ensinamento anterior. Alguns católicos poderão recordar-se (ou ter aprendido sobre) a encíclica Casti Connubii de Pio XI de 1930. Também esta é importante, mas não é a fonte original.

Então exactamente quão antiga é a oposição da Igreja à contracepção? 1920? 1900? 1880? Afinal de contas, a contracepção é um fenómeno relativmente recente, certo?

Acontece que não. Quem se der ao trabalho de dar uma vista de olhos nos detalhes, por vezes grotescos, do livro “Contraception: AHistory of its Treatment by the Catholic Theologians and Canonists”, escrito por John T. Noonan – algo que, a propósito, e por várias razões, não recomendo – verá que as pessoas andam a enfiar substâncias terríveis pelas mulheres a dentro para tentar evitar que tenham filhos há muito tempo. Há quanto, precisamente? De acordo com Noonan, “cinco papiros diferentes, todos de entre os anos 1900 e 1100 A.C. (Sim, antes de Cristo), incluem receitas para preparações contraceptivas a serem usadas…” – bem, digamos que, de formas que eu preferia não ter de descrever.

Tendo em conta os ingredientes – bosta pulverizada de crocodilo em mucilagem fermentada? Mel com carbonato de sódio? Estas mistelas dificilmente poderiam fazer bem às mulheres que eram obrigadas a tomá-las. Digo “obrigadas”, porque estamos a falar da época antes de os homens terem conseguido convencer as mulheres que a contracepção é uma expressão potente da sua autonomia e não o resultado evidente dos desejos sexuais vorazes daqueles.

Pode-nos parecer que estas misturas eram nojentas, mas seriam assim tão diferentes da prática moderna de encher a mulher de hormonas para convencer o seu corpo de que está gravida? E o estrogéneo todo que usam, de onde acham que vem? Se for ver à internet que é sintetizado, terá de perguntar, sintentizado a partir de quê? Como? Com que químicos? Como é que é “cultivado”? De que animais é extraído? Quando se começa a ver a questão com mais atenção, percebemos que a ideia de bosta pulverizada de crocodilo em mucilagem fermentada afinal não é uma coisa assim tão estranha. Mas fosse qual fosse o ingrediente, muitas civilizações antigas tinham métodos ou mezinhas que acreditavam poder prevenir uma mulher de engravidar depois de ter relações sexuais. Nós, claro, temos os nossos.  

E como é que a Igreja primitiva via tudo isto? Enfrentada por uma cultura romana que na maior parte não tinha qualquer problema com contracepção e aborto, tanto quanto conseguimos perceber os cristãos primitivos opunham-se a ela. No importante texto do primeiro século, o “Didaqué”, ou “O ensinamento dos Doze Apóstolos”, o autor, cujo nome desconhecemos, distingue a Via da Vida da Via da Morte.

A Via da Morte, como podemos supor, estava recheada de pecados, um dos quais incluía fazer uso de pharmakeia que são “assassinos de crianças, corruptores da imagem de Deus”. Parece ser uma referência a drogas abortivas ou contraceptivas. O mesmo ensinamento surge na Epístola de Barnabé, do século primeiro. Encontramos ainda na Paedagogus, de Clemente de Alexandria, a admoestação moral: “Por causa da sua instituição divina para a propagação do homem, a semente não deve ser ejaculada em vão, nem deve ser danificada, nem deve ser desperdiçada”.

Para além destas condenações expressas, o que é mais revelador é a insistência repetida, entre todos os padres da Igreja, da inseperabilidade do acto sexual e do propósito procriativo. Trata-se de uma preocupação constante e de um tema repetido nas pregações e no ensinamento. “Nós cristãos”, escreveu o apologista Justino Mártir, “ou casamos para poder produzir filhos ou, se nos recusamos a casar, somos absolutamente continentes”. De igual forma, o bispo Atenágoras, do século II, afirmou numa carta escrita ao imperador no ano 177 que os cristãos não praticam o coito para satisfazer os desejos. Antes, “a procriação de filhos é a medida do desejo dos nossas apetites.”

Naturalmente, o que temos aqui é um mero resumo simplificado destes textos. Cada um deve ser lido no seu contexto original. Nem cheguei ao desenvolvimento mais sério destes ensinamentos noutros padres como Agostinnho, Aquino e muitos outros, ao longo dos séculos. Acredito que é seguro dizer-se que o ensinamento que vemos reflectido no Humanae Vitae e nos desenvolvimentos posteriores levados a cabo por João Paulo II – de que não se deve separar as dimensões procriativa e unitiva do acto conjugal – remonta ao início da Igreja e que tem sido constantemente reafirmada desde então.  

Mas sabem como é… Agostinho, Aquino, os primeiros padres da Igreja e 2000 anos de pensamento moral sobre esta questão de um lado e 141 “académicos”, na maior parte da Europa, onde a Igreja está mota (uma das signatárias é uma baronesa de verdade) a apresentar um documento numa reunião da ONU do outro lado,

Ena, é difícil saber que posição, a favor ou contra, devemos tomar sobre esta questão. Talvez o melhor seja atirar uma moeda ao ar. 


Randall Smith é professor de teologia na Universidade de St. Thomas, Houston.

(Publicado pela primeira vez na segunda-feira, 26 de Setembro de 2016 em The Catholic Thing)

© 2016 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org 

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Trump quer católicos e papa condena "estrábicos"

Esta segunda-feira ficou marcada pelo histórico acordo de paz entre o Governo da Colômbia e as FARC. O secretário de Estado do Vaticano, que dentro de alguns dias estará em Portugal, esteve presente no momento da assinatura.

Dentro de menos de uma hora começa o debate entre Hillary Clinton e Donald Trump. Os dois estão empatados nas sondagens, mas Trump quer mais votos católicos e contratou dezenas de católicos conservadores, incluindo alguns que assinaram uma carta aberta contra ele em Março, para o aconselhar.

Durante o fim-de-semana o Papa recordou a morte de dois padres mexicanos, raptados e assassinados, e encorajou a Igreja daquele país que está a travar um braço-de-ferro com o Governo sobre o casamento homossexual.


Na véspera, Francisco esteve com familiares de vítimas do atentado de Nice e disse que a única forma de combater o ódio demoníaco é através do amor e do perdão.

Se é daquelas pessoas que pensa que os jornalistas são todos contra a Igreja, então saiba que o porta-voz da Conferência Episcopal de Espanha não concorda consigo…

A semana passada publiquei um artigo brilhante de Anthony Esolen no The Catholic Thing em Português. O autor lamenta o triunfo da ideologia sobre a busca da verdade e termina parafraseando São Paulo. Vale mesmo a pena ler.

E termino com um desafio para todos os educadores de infância. Vai haver uma peregrinação a Fátima, dirigido a todos os que trabalham com crianças até aos 6 anos. A data limite de inscrição é 30 de Setembro, portanto apressem-se! Todas as informações nas imagens por baixo.



quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Ideologia: O Coração da Matéria

Anthony Esolen
Tenho estado a pensar ultimamente que se a Democracia é a melhor forma de Governo alguma vez inventado, então porque é que na sua forma actual consegue fazer sobressair o pior que há em nós? Em teoria não devia ser assim. Teoricamente, nesta época eleitoral, devíamos estar envolvidos num debate nacional sobre as dificuldades que enfrentamos. O casamento está em crise e cada vez mais crianças crescem sem uma figura paternal. Que fizemos nós, não obstante as melhores intenções, para infligir sobre os mais vulneráveis tamanho sofrimento?

Como podemos arrepiar caminho? Os salários dos homens da classe operária mantêm-se estagnados há quarenta anos. O que fizemos nós, não obstante as melhores intenções, para os colocar sob tanta pressão? Porque seria errado encolher os ombros e dizer que a sua forma de vida é uma coisa do passado?

Porque é que formamos todos os anos milhões de miúdos no ensino secundário que não sabem nada sobre a herança literária, filosófica e religiosa e artística do ocidente? Como é que acabamos com a nossa dependência de petróleo estrangeiro, mantendo o nosso compromisso de limpar a água e o ar?

Um profissional da Irlanda, casado, pode esperar dez anos por autorização para imigrar para os Estados Unidos, até desistir – como aconteceu com o irmão do meu consultor financeiro. Mas milhões de pessoas estão cá ilegalmente. O que podemos fazer nestes casos que seja de acordo com a lei, com a equidade e a prudência mas também a misericórdia?

O Médio Oriente está a fritar no seu próprio petróleo e na sua encruzilhada de alianças, traições e ódios, enquanto o ressentimento islâmico para com os bem-sucedidos israelitas e o domínio cultural do Ocidente infecta os corações de jovens sedentos de guerra. O que é que devemos, ou podemos, fazer?

Recusamo-nos a ter estas discussões. A televisão tem alguma culpa, mas não é a única. Creio que o vazio que se encontra no local onde devia estar o coração do assunto tem um nome: ideologia.

A ideologia é um sucedâneo da religião. Quando deixamos de estar abertos ao divino é ela que corre a preencher o vazio. Um dos mitos do Iluminismo é de que a “religião” é tão violenta que deve ser mantida bem longe da política. Esse mito penetrou o cérebro de americanos inteligentes, como se constituísse prova contra uma das coisas mais evidentes da história, que nos mostra que, com a excepção notável do Islão, quase todas as guerras que os homens travaram não tiveram nada a ver com religião: Os homens lutam por terra, por glória, riqueza, medo, ambição, vingança, aventura e sede de sangue.

O perigo actual não é de que a religião informe a nossa política – é precisamente isso que a religião devia fazer, porque as nossas intuições sobre o divino devem dirigir o nosso tratamento do humano. Estou a falar aqui em traços gerais. O perigo agora é de que a religião seja obrigada a procurar refúgio nas catacumbas, enquanto a política, com os seus credos ideológicos, assume as prerrogativas da religião. É isso, e não a religião, que tem tornado os últimos dois séculos tão sangrentos.

"Mártir nas catacumbas"
A doença é fácil de diagnosticar e, salvo algum milagre, poderá ser impossível de tratar. Os sinais são estes: Os critérios de evidência são esquecidos – o ideólogo “sabe” aquilo que é impossível saber, como o estado da mente do Presidente Bush quando concluiu que o Iraque possuía armas perigosas ou os elementos necessários para as fazer. O ideólogo atribui aos actos dos seus opositores as piores motivações possíveis, dizendo por exemplo que o Presidente Obama propôs o seu sistema de saúde sabendo perfeitamente que ia falhar.

O ideólogo diz que os acidentes são na verdade devidos a astúcia maquiavélica e que os erros de juízo se devem à estupidez completa, sem perceber que os dois atributos se anulam mutuamente. O ideólogo não é aquele que acredita que tem razão, é sim o homem que já não consegue imaginar que as outras pessoas podem não pensar como ele sem estarem embrenhados em maldade. Não pára para pensar que ele próprio já pensou como eles.

O ideólogo é o preconceituoso perfeito, que não consegue compreender, imaginar ou apreciar o universo moral do seu opositor, mas cujo próprio universo é unidimensional, como uma caricatura.

O ideólogo está isento de pecado. Na medida em que possui as opiniões “certas”, tem rédea livre para fazer as coisas mais vergonhosas aos outros. É um difamador, um cobarde, um bully. Sente-se justo enquanto faz tudo para que o seu opositor seja despedido. Não perdoa, porque não sente que precisa de ser perdoado. Para ele, o cumprimento de todos os ditames ideológicos corresponde à graça salvífica de Deus.

Até aqui tenho-me estado a referir-me ao ideólogo como masculino, mas o feminismo também tornou as mulheres particularmente vulneráveis a um mal que historicamente afligia muito mais os homens. Por mais difícil que seja para um homem conversar com outro homem com o qual está em desacordo, como uma mulher é impossível porque o feminismo embrenha-se de tal forma no seu sentido de auto-estima, que em todo o caso nunca é muito elevado para quem não coloca Deus e família no centro da sua existência, por mais que se apresente altivamente ao mundo.

A grande maioria dos esforços de limitar a liberdade de expressão e de associação nas nossas universidades vem de ideólogas femininas, que de tão sôfregas não param para pensar que aquilo que estão a demonstrar verdadeiramente é que não deviam estar nas universidades.

A ideologia é impaciente, maldosa, invejosa, vaidosa; arrogante, egoísta, irascível; acredita no pior, regozija na iniquidade; espuma contra a verdade, não tolera nada; impaciente, não tem fé nem esperança verdadeira em Deus.

Quando o ideólogo era criança, acolhia o mundo com o deslumbramento de uma criança. Mas agora que envelheceu na ideologia, pôs de lado as coisas de criança. Então via a verdade de forma obscura, como que através de um vidro, mas agora vive na luz ofuscante e crua da ideologia, e nessa luz cada face, seja humana seja divina, é obliterada. Por isso para o ideólogo restam apenas estas três coisas: esperança no futuro, ambição desmedida e ódio. E a mais característica destas é o ódio.


Anthony Esolen é tradutor, autor e professor no Providence College. 

(Publicado pela primeira vez na Terça-feira, 17 de Setembro de 2016 em The Catholic Thing)

© 2016 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.
O Papa em Assis
Decorreu esta terça-feira a jornada de oração pela Paz em Assis, com a presença do Papa Francisco. O Papa almoçou com vítimas de guerra e lembrou os que sofrem “o silêncio ensurdecedor da indiferença”. O ponto alto foi o discurso diante dos restantes líderes religiosos, em que Francisco condenou o “paganismo da indiferença”.

Neste encontro marcaram presença muitos líderes, mas curiosamente, numa altura em que se diz que as relações entre a China e o Vaticano estão a melhorar, o Dalai Lama não esteve em Assis. Coincidências.

Também esta terça o Patriarca de Lisboa deu uma conferência de imprensa em que foram anunciadas várias actividades para celebrar os 300 anos de elevação de Lisboa a Patriarcado, curiosamente por um Papa chamado… Clemente. Mas D. Manuel Clemente falou ainda do encontro de Assis e, claro, da eventual visita de Francisco a Fátima. Basicamente o Patriarca admite que os bispos nada sabem de concreto e deposita esperanças na visita, em Outubro, do secretário de Estado do Vaticano.

Depois de ter ganho um prémio no valor de 50 mil euros, a Irmandade da Torre dos Clérigos decidiu doar o dinheiro todo a uma instituição de caridade.

E de muito longe, no Guam, chega a notícia de que o enviado do Papa já disse publicamente que pediu à Santa Sé que remova o arcebispo local, que é acusado de ter abusado de quatro rapazes nos anos 70. Anthony Apuron pode ser o primeiro bispo condenado por abusos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Actualidade Religiosa: Terrorismo, e como o combater

Foi detido esta segunda-feira o suspeito de ter colocado várias bombas em Nova Iorque. Trata-se de um cidadão americano, nascido no Afeganistão.

O Papa Francisco recebe amanhã em Assis líderes de diversas religiões para assinalar os 30 anos do encontro da Paz.

Ontem, o Papa criticou ainda o trabalho escravo como forma de gestão e, na véspera, alertou para a necessidade de praticar a hospitalidade, como verdadeira receita para o fim do terrorismo. Já o presidente turco, Erdogan, acredita que a melhor forma de combater o terrorismo é expurgar 38 mil professores do sistema de ensino.

Esta segunda-feira os núncios apostólicos denunciaram a perseguição religiosa em várias partes do mundo.

Termino com um convite. Amanhã a minha colega Aura Miguel vai ao clube Darca falar sobre as jornadas da juventude, em Cracóvia. O dados estão na imagem.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Papa visita neonatologia e vai receber familiares das vítimas de Nice

Papa no hospital em Roma
O Papa Francisco visitou esta tarde os cuidados intensivos da ala de neonatologia de um hospital de Roma e um lar de doentes terminais, para grande surpresa dos familiares e dos restantes presentes. A acção está inserida no âmbito do jubileu da misericórdia.

Também hoje o Vaticano anunciou que o Papa se vai encontrar com familiares das vítimas do atentado de Nice, em França. Será no sábado dia 24.

Por falar em terrorismo, mais um atentado, desta vez no Paquistão, fez pelo menos 25 mortos esta sexta-feira.

Tristes notícias do Sudão do Sul, um país de maioria cristã que nasceu da cisão com o Sudão muçulmano, mas que não conseguiu evitar cair novamente em guerra civil. Hoje foi anunciado que se juntou ao restrito clube dos países com um milhão de refugiados

Ontem foi divulgado um pergaminho judaico, um rolo da Torá, que terá cerca de 400 anos e foi encontrado numa casa devoluta, na Covilhã!

Não deixem de ler o artigo desta semana do The Catholic Thing, sobre como Pio XII lidou com Hitler.

Partilhar