quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Reflexões sobre o regresso dos radicais

Orgulhosamente canadiano!
O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, diz que alguns dos portugueses que estão nas fileiras do Estado Islâmico querem voltar a Portugal.

Se isso acontecer é possível que incorram em acusações legais, mas certamente terão de ser alvos de vigilância e acompanhamento psicológico, alerta Cristina Sá Carvalho.

O imã David Munir, por sua vez, diz que a comunidade não lhes virará as costas e dará apoio espiritual se for solicitado, tentando explicar que o que fizeram não é islâmico, mas confessa que não existe formação na comunidade para lidar com situações de radicalização.


Entretanto está neste momento em curso uma gigantesca operação policial para capturar atiradores na capital do Canadá que esta tarde mataram um soldado. Não há certezas quanto à motivação, mas anteontem dois soldados foram atropelados por um muçulmano radicalizado, por isso tudo indica que se trata de mais um acto de terrorismo.

Mudando de assunto, o Patriarca de Lisboa falou ontem sobre o sínodo, elogiando o ineditismo daquele encontro dos bispos.

E numa altura em que o mundo parece estar de pernas para o ar (atentados terroristas no Canadá?!?!?!), temos Anthony Esolen, do The Catholic Thing, para nos dar alguns traços de sanidade. O que é a sanidade?  Adaequatio mentis ad rem: A adequação do intelecto à realidade.

Sanidade em Tempos de Loucura

Anthony Esolen
No curto mas assinalável tratado, The Christian Idea of Man, Joseph Pieper explica porque é que a prudência é a maior das virtudes, aquela que está na origem de todas as outras. O seu raciocínio é claro: “O bem pressupõe a verdade, a verdade pressupõe o ser”. Logo, “a realização do bem pressupõe o conhecimento da realidade”, pois, “quem não sabe como as coisas verdadeiramente são, não pode fazer o bem; pois o bem está em concordância com a realidade”.

Pieper esclarece que não está a falar das ciências empíricas, mas do “contacto verdadeiro com a realidade objectiva”, especialmente a mediada pela audição. Pois o homem prudente anseia por conhecer a partir do “conhecimento genuíno da realidade de que beneficia a mente superior”, incluindo a mente de Deus, como revelada nas Escrituras.

Por isso o homem prudente “olha primeiro para a realidade; e em virtude de, e com base nesse conhecimento da realidade, decide o que deve ser feito e o que não deve ser feito, como deve ser feito e como não deve ser feito”. Logo, “toda a virtude depende da prudência”, e cada pecado é uma violação da prudência.

A prudência é a sanidade em acção, e a sanidade, como nos ensinam na escola, é a adaequatio mentis ad rem: A adequação do intelecto à realidade.

Conheço uma mulher que tem pavor de pássaros, por mais pequenos e inofensivos. Ela sabe que o pardal não a vai magoar, e por isso compreende que o seu medo é injustificado e procura adequar as suas acções à realidade. Seria melhor se conseguisse deliciar-se com a beleza destas simpáticas criaturas, mas pelo menos colocou-se no caminho da sanidade.

Conheço outra pessoa que finge não temer o Senhor, embora passe a vida a murmurar e a esquivar-se na sua pose de ateísmo. Seria melhor se temesse, porque devemos temer o Senhor; e as murmurações e o esquivar são recordações teimosas do que lhe resta da sanidade.

O oposto desta adequação é o abraço voluntário da irrealidade. Podemos chamá-lo coercio rei ad phanstasiam: coacção da realidade para concordar com as suas fantasias. Estes dias as fantasias tendem a ter a ver com sexo.

Devia ser mais fácil enlouquecer devido a abstracções do que realidades que são imediatamente perceptíveis. Devia ser mais fácil ficar confuso acerca do patriotismo, do que o facto de se ser rapaz ou rapariga. Devia ser mais fácil desviar-se do caminho certo quando se está a tentar perceber o que é o dinheiro, do que quando se tenta perceber o que é um bebé.

A profundidade da nossa loucura pode ser avaliada de acordo com isto. É uma loucura o Walter Mitty pensar que é um líder de nações; mas para confirmar que não é precisa de consultar a sua mente, o seu coração e o seu percurso de vida. É loucura em cima de loucura acreditar que é Napoleão, para isso apenas tem de consultar a certidão de nascimento.

Imaginemos então que estamos perante um rapaz. Chamemos-lhe Jim. Jim é um rapaz. Não há dúvidas sobre isso. Não é por alguns nascerem hermafroditas que podemos duvidar da masculinidade do Jim.

Salvo acidente ou doença, em breve o Jim será mais forte, mais rápido e mais ágil que a sua mãe. Pouco depois disso será também mais alto do que ela. As suas mãos e os seus pés serão maiores que os dela. A sua voz mais profunda. O seu sistema adrenérgico será mais rápido. Os seus músculos e ossos mais grossos. Tudo isto são factos. Vemo-los todos os dias.
 
Não stresses Jim, a coisa melhora!
Carregará no seu seio as sementes de crianças. Isto é um facto. Tornar-se-á um pai in potentia. Se os seus pais e professores forem sãos, educá-lo-ão, dia após dia, de forma a adequar a sua mente à realidade do seu corpo. Muito antes de ter a forma de um homem será encorajado a adoptar os hábitos de um homem.

Para perceber como isto funciona, coloquemos o Jim numa quinta. Qualquer dia ele terá de fazer o grosso do gradar e do lavrar, semear e colher. Terá de lidar com maquinaria pesada e animais domésticos de grande porte. Por isso preparamo-lo já para essas realidades. Conduzimo-lo, em mente e em hábito, ao lugar para onde caminha o seu corpo.

O mesmo se aplica à sua paternidade. Jim é um rapaz. Os rapazes casam-se com raparigas e tornam-se pais. Estas são realidades. Por isso treinamo-lo já para a paternidade. Por vezes fala-se do assunto, mas na maioria das vezes mostramos essa realidade em acção. Não se trata tanto de determinação severa, tem a ver com amar o rapaz e conduzi-lo à maturidade. Torna-se a maturidade uma coisa natural.

Uma vez que o Jim carrega com ele as sementes de crianças humanas, e não de cães ou gatos, todos os dias abrimos-lhe os olhos para a realidade do casamento. Um cão tem vida, mas não tem história. Um gato enrola-se ao sol e aí se encontra a sua única aproximação à eternidade. Mas o ser humano coloca o seu olhar nos próprios limites do universo, e mais além.

Uma criatura destas requer pais que a amem, que voltem os seus olhares para os limites da vida e mais além. Este é um facto.

Quando chegar a altura de Jim conhecer estas coisas, os seus pais ensinar-lhe-ão a realidade: que tem dentro dele o potencial da paternidade e que foi criado para um amor que só dá, nunca se retrai. Isto não é fantasia. A vida será dura, as pessoas são pecadoras, mas a palavra de um homem é a sua obrigação.

A alternativa é a loucura, aquilo que Pieper define como ideologia: “Uma percepção não objectiva da realidade, ditada pela vontade”. Trata-se de obrigar o mundo a obedecer aos ditames da vontade. É povoar o mundo de Napoleões.


Anthony Esolen é tradutor, autor e professor no Providence College. Os seus mais recentes livros são:  Reflections on the Christian Life: How Our Story Is God’s Story e Ten Ways to Destroy the Imagination of Your Child.

(Publicado pela primeira vez na Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014 em The Catholic Thing)

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terça-feira, 21 de Outubro de 2014

De corruptos e mau hálito

Ah! Corrupto...
O Vaticano publicou hoje o programa oficial da visita do Papa Francisco à Turquia. Francisco viaja no fim do mês de Novembro. O ponto alto é o encontro com o Patriarca Bartolomeu e não está prevista uma ida aos campos de refugiados na fronteira com o Iraque. Prevista é a palavra-chave.

Ser corrupto é como ter mau hálito. Quem o diz é o Papa, na altura em que era Arcebispo de Buenos Aires. A frase faz parte de um ensaio, publicado agora em forma de livro pela Gradiva.

O terrorismo islâmico chegou ao Canadá. Um soldado morreu depois de ter sido atropelado por um fundamentalista.

segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Acabou o sínodo, Viva Kobani!

Paulo VI, novo beato
O sínodo acabou… por enquanto! Para o ano há mais, e vai ser muito interessante ver o que se passa nos entretantos.

Os pontos mais polémicos foram amenizados no relatório final, e mesmo assim não conseguiram maioria qualificada. Mas o grande destaque terá ido para o discurso fantástico do Papa no encerramento dos trabalhos, apontando o dedo aos piores defeitos, tanto de conservadores como de liberais.

Pela minha parte, depois de uma semana a acompanhar praticamente tudo o que se dizia ou escrevia sobre o sínodo, passei o dia crucial num casamento. E foi a melhor coisa que podia ter feito, como explico aqui.

O Papa aproveitou a presença em Roma de vários bispos do Médio Oriente para convocar um consistório para se falar da crise dos cristãos naquela região do mundo. Não nos podemos resignar a um Médio Oriente sem cristãos, diz Francisco. Eu aplaudo!

Como aplaudo o facto de os curdos em Kobani estarem finalmente a receber reforços, tanto de homens como de material de guerra, comida e medicamentos. A coisa está melhor na guerra com o Estado Islâmico, mas ainda há muitas dificuldades pela frente.

Entretanto a Igreja tem mais um beato. Paulo VI. Adriano Moreira fala da relação entre o Papa e Salazar e o cardeal Ré recorda ter trabalhado com o Papa Montini.

O Sínodo, Eu, a Nena e o Peu

Eu sou do tempo em que os sínodos eram chatos...

Lembro-me de vários sínodos da Igreja ao longo da última década e a única coisa que todos tiveram em comum é que eram aparentemente inúteis e profundamente maçadores.

Claro que para os bispos que neles participavam havia de haver alguma utilidade, nem que fosse pelo facto de estarem juntos e conhecerem-se melhor, aprofundando este ou aquele tema, mas quem é que se lembra, sinceramente, de algo de novo ou de marcante que tenha saído do sínodo sobre a Eucaristia?

Mas depois veio o Papa Francisco e o sínodo para a família e algo me diz que nada vai ser igual.

De positivo, por isso, temos esta animação toda, para começar. Temos verdadeiras trocas de ideias, temos bispos “à pancada”, como acontecia antigamente nos concílios ecuménicos decisivos. Temos um modelo em que, a confiar no que o Papa tem dito, aquilo que sai do sínodo vai mesmo ser tido em linha de conta para qualquer decisão final.

Em relação à temática tivemos vários meses com a Igreja a aprofundar temas que nos tocam a todos, porque a família é verdadeiramente a célula base da sociedade e quando está mal é esta que sofre.

Mas nem tudo foi bom. É natural haver diferenças de opinião e até discussões, mas é um bocado triste ver que mesmo entre os sucessores dos apóstolos há politiquices e manhas. Eu até acredito que seja inevitável, que seja sempre assim, até certo ponto, mas quando fica exposto custa mais. A leitura do relatório intercalar, com o cardeal Peter Erdo a ter de assumir a autoria de um texto com o qual claramente estava em profundo desacordo; o facto de se ter produzido um documento que, a julgar não só pelas palavras de vários bispos mas também pela votação final, não traduzia minimamente a opinião dos padres conciliares... tudo isso custa a ver.

Porque não se podem esquecer, os nossos bispos, que muita gente ficou com esperanças de que este sínodo se traduzisse numa alteração das regras em relação a questões que são para elas feridas em aberto. Não estou agora a ajuizar se essas mudanças seriam benéficas ou não, apenas que havia muita gente a quem foi dada esperança que afinal era infundada. Isso conduz a desilusão e a revolta.

Mas talvez uma das coisas mais lamentáveis a que assistimos foi o extremar total de posições, entre liberais e conservadores. Se me parece, sinceramente, que muitas das “manobras” a que me referi acima foram levadas a cabo pelos liberais, também não foi bonito ver a reacção dos defensores do status quo. Um caso extremo foi em relação ao Cardeal Kasper, figura de proa da “mudança”, que fez umas declarações muito parvas sobre os africanos, mas que não eram muito mais do que isso, parvas, e acabou por ser acusado de tudo, incluindo “racismo e xenofobia”. O triunfalismo nesses dias dos que durante tanto tempo tinham vivido com o medo de que a sua linha vencesse no sínodo era palpável, e desagradável.

O discurso final do Papa foi, neste sentido, absolutamente brilhante e é talvez o texto com que mais me identifico em todo este processo.

A proposta do Kasper, de haver casos em que as pessoas em uniões irregulares pudessem comungar, nunca me convenceu inteiramente. Não que eu seja frontalmente contra a ideia, (como foi evidente quando escrevi este texto, que deu uma longa discussão e desembocou neste), mas porque o seu raciocínio nunca me pareceu suficientemente sólido. Havia coisas vagas que simplesmente deixava no ar e não conseguia tranquilizar quem dizia que na prática o sistema iria fragilizar a ideia da indissolubilidade do casamento.

Pior foi a campanha em que depois se lançou, dando entrevistas atrás de entrevistas, mas reagindo como que ofendido quando o “outro lado” ripostava; alegando que falava em nome do Papa (mesmo que ele saiba que o Papa concorda com ele, o Papa tem boca para falar e não precisa da sua ajuda)... foi-me desencantando cada vez mais e penso que ele acaba por ser o maior derrotado de toda esta situação, o que é pena, porque a história de um sínodo não devia ter de ser contada através de vencedores e derrotados.

Foram duas semanas muito intensas, para quem viveu este sínodo de perto. No meu caso a acompanhar conferências de imprensa na net, a seguir ao máximo o que se escrevia nas redes sociais, nos órgãos de comunicação especializados, etc. E a verdade é que ao fim destes dias todos, em que todos falavam só de rupturas, uniões irregulares, casos dramáticos e complexos, comecei, talvez tenhamos começado todos, a perder a perspectiva daquilo que estava verdadeiramente em causa.

Por isso é que tenho a agradecer à minha cunhada e ao meu cunhado terem marcado o casamento para o dia 18 de Outubro. Certamente não faziam ideia quando agendaram, mas o facto de eu ter passado o sábado a festejar o seu casamento e não a acompanhar a recta final do sínodo fez-me mais bem do que se possa imaginar.

Sentado naquela igreja, a ver uma assembleia repleta de pessoas com perfeita noção do que se estava a passar; a responder em uníssono na celebração; com música sacra variada mas sempre belíssima (apesar de me terem colocado no coro); com cinco sacerdotes à volta do altar, sinal de que estávamos a assistir ao final de uma caminhada que foi feita sempre em Igreja; com uma festa a seguir que foi divertidíssima, sem excessos, com uma diversão sempre saudável e um entrosamento perfeito entre gerações.

Olhar para aqueles dois noivos, um homem e uma mulher, como Deus quis, a jurar fidelidade e amor para toda a vida, como Deus quis, unidos não só por um amor multifacetado mas também por uma profunda fé; Sabendo que estávamos diante de duas pessoas que têm a mais perfeita noção daquilo que estão a fazer; Sabendo que embora nada esteja garantido nesta vida, ninguém hesitaria em dizer que acreditamos que sim, este casamento é até que a morte os separe; Sabendo que há desejo de ter filhos, amor à vida e generosidade para a acolher.

Enquanto dançava na pista com a minha filha de seis anos, encantada com tudo aquilo, eu pensava nas duas semanas que se passaram e dizia para mim: “Deus queira que os bispos que lá estão possam viver experiências destas. Deus queira que aqueles que estão a falar do casamento não saibam só o que são os casos perdidos, complexos, nulos ou irremediáveis. Deus queira que eles tenham sempre presente que quando se fala de casamento é disto que se fala. Porque se assim for, estamos bem. Mas se não for, então algo está mal.”

Sim, eu lembro-me de quando os sínodos eram maçadores e chatos. E ainda bem que já não são! Mas mais do que isso, obrigado, Nena e Peu, por terem salvo o sínodo para mim e por terem mostrado a todos os vossos convidados o que Deus quer para os seus filhos tão amados.

sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

Cardeal Marx e Dança do Ventre nos Açores

O sínodo dos bispos está na fase final. Hoje houve folga enquanto se prepara o relatório final. Na sala de imprensa esteve o cardeal Marx, que disse que “obviamente” a Igreja tem liberdade para mudar a as regras sobre comunhão para divorciados e recasados.

Esta sexta-feira a Renascença começa a publicar uma série de reportagens sobre o Papa Paulo VI, que é beatificado no domingo. D. Manuel Clemente fala da importância do Papa do concílio e aqui podem ver filmagens da primeira visita de um Papa a Portugal.

Já esta manhã o Vaticano promoveu uma conferência de imprensa em que falou da cura milagrosa de um feto, que permitiu esta beatificação.

A Renascença terá todo o acompanhamento tanto da beatificação como do final do sínodo, por isso vá consultando o site e ouça a emissão especial de domingo, que começa às 9h00

O presidente da Cáritas Portuguesa está estupefacto com o Orçamento do Estado de 2015. Já o bispo do Porto aponta duas críticas, mas faz também um elogio.


Da Nigéria chega a notícia de que há um cessar-fogo com o Boko Haram que envolve a “devolução” das mais de 200 raparigas raptadas há mais de seis meses.

Más notícias para todos os católicos açorianos adeptos de danças orientais! Acabaram-se as danças do ventre nas igrejas daquele arquipélago. Pois, eu também não sei muito bem como reagir a esta notícia…

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Madre Teresa a governadora!

Em Kobani, rostos de civilização e heroísmo
Os bispos no sínodo da família apresentaram hoje os relatórios dos grupos de trabalho e são bastante menos “liberais” que o relatório intercalar, que tanta polémica causou, de segunda-feira. A Aura Miguel leu os dez relatórios dos grupos e apresenta o essencial aqui.

Esta manhã o Cardeal Schönborn esteve na sala de imprensa da Santa Sé onde disse que as diferenças de opinião no sínodo são normais: “É como uma mãe que diz ‘cuidado, é perigoso’, quando o pai diz para não ter medo”. Uma analogia muito apropriada!

A fundação Ajuda à Igreja que Sofre lançou uma grande campanha humanitária pelos cristãos no Iraque. Não se esqueçam que há centenas de milhares de pessoas em campos de refugiados e aproxima-se o inverno…

Más notícias também do Paquistão, onde Asia Bibi viu a sua condenação à morte por blasfémia confirmada pelo tribunal de recurso. Resta agora o supremo…

A resistência dos curdos em Kobani, após um mês de cerco e ataques pelo Estado Islâmico, assume proporções épicas. Hoje, com a ajuda de um reforço dos ataques aéreos da coligação liderada pelos americanos, conseguiram passar à ofensiva e recuperar pontos estratégicos. Viva Kobani!

E por fim, a solução para todos os problemas políticos! O bispo de Rhode Island pede aos seus fiéis que, nas próximas eleições para governador, votem na… Madre Teresa.

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