sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

Saiba tudo sobre o sínodo e sobre a Albânia

A Albânia como exemplo de Convívio inter-religioso
Aproxima-se o sínodo dos bispos sobre a família. Se ainda tem dúvidas sobre o processo e o que vai ser falado, aqui encontra uma série de perguntas e respostas para ajudar. Leia e divulgue!

Sobre o sínodo ainda, o frei Bento Domingues, homenageado esta sexta-feira em Lisboa, espera que este sirva para criar um mundo mais fraterno.


A Renascença fará uma cobertura exaustiva desta visita, podem acompanhar tudo no site.

Os sacerdotes da região do Douro alertam para o drama que se está a viver naquela zona por causa da pobreza e pedem a intervenção urgente das autoridades.

quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Bispos a prazo e santuário iluminado

Santuário do Senhor Jesus da Piedade
O sínodo da família e a ameaça colocada pelo Estado Islâmico são dois dos temas que foram abordados na noite de ontem pelos participantes no debate sobre religião na Renascença. Recordo que este debate, moderado por José Pedro Frazão, conta com a participação do juiz Pedro Vaz Patto, D. Nuno Brás, Aura Miguel e, agora, o jornalista António Marujo. Podem ler aqui um apanhado e ouvir o debate na íntegra.

O Papa criticou hoje os “bispos a prazo”, isto é, os bispos que estão numa diocese mas já de olhos postos noutra…

O Santuário do Senhor Jesus da Piedade, em Elvas, está iluminada por estes dias das festas locais. Vale a pena ler a reportagem e ver algumas das imagens da Igreja.

Não deixem ainda de ler o artigo desta semana do The Catholic Thing, onde Robert Royal levanta a questão que a Igreja tem de debater. O conflito com o Estado Islâmico pode ser considerado “guerra justa”?

quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

Escócia, Madeira, Iraque e Sri Lanka

Dilema familiar por causa do referendo na Escócia
"We don't talk much anymore"
Amanhã os escoceses decidem se querem manter-se no Reino Unido ou não. Os bispos católicos apelam a que, a favor ou contra, todos vão votar.

A diocese do Funchal celebra 500 anos. A histórica e importante diocese está a assinalar a data como deve ser.

O Papa aprovou a canonização de um indo-português que evangelizou o Sri Lanka, dispensando o reconhecimento de um segundo milagre.

No dia 28 de Setembro o Papa vai receber uma delegação de avós. Entre eles estará um casal iraquiano, em representação dos cristãos perseguidos naquele país.

Por falar em Iraque, o artigo desta semana do The Catholic Thing levanta a questão do debate que a Igreja tem de ter. O uso da força contra o Estado Islâmico entra na definição de guerra justa? Parece-me evidente a resposta, estou com Robert Royal. Não deixem de ler, mesmo.

Entretanto deixo também o link para o artigo da semana passada em que o Pe. Mark Pilon se insurge contra os políticos católicos que defendem ou votam a favor do aborto. É precisamente porque nos políticos raramente nos podemos fiar nestes assuntos que todos os que defendem a vida devem ir à Caminhada pela Vida em Outubro. TODOS!

O que a Guerra é Realmente

Tem surgido alguma ambiguidade, tanto no Vaticano como na Casa Branca, sobre o que se deve fazer acerca da barbaridade que está a ocorrer no Médio Oriente e que tem chocado todo o mundo. Nem se sabe bem o que se lhe deve chamar.

Começou com um artigo escrito pelo Pe. Luciano Larivera, S.J., no La Civiltà Cattolica (uma revista jesuíta publicada em Roma e que é considerada uma referência, se bem que indirecta, do pensamento do Papa): “Obviamente, para promover a paz é necessário saber o que a guerra é na realidade, e não aquilo que gostaríamos que fosse. É fundamental estudar e perceber como é que o Estado Islâmico luta. A sua é uma guerra de religião e aniquilação”.

Isto é simples realismo cristão e a mais pura verdade sobre o actual conflito, que os nossos líderes americanos parecem recusar-se a aceitar. Mas depois de muitas distorções nos media, o padre Antonio Spadaro, SJ, o editor chefe do Civiltà, explicou: “O Estado Islâmico pensa que é uma ‘guerra de religião’, mas nós devemos ter o cuidado de não pensar dessa forma.”

Tudo bem. Há muito que o Cristianismo abandonou a ideia de que é legítimo o uso da força para promover a fé – como Bento XVI sublinhou no seu discurso profético em Ratisbona. Mas não deixamos de ter a responsabilidade de dizer a verdade sobre o que se está a passar bem como encarar a questão de como responder a uma força agressiva que mata os inocentes, escraviza sexualmente as mulheres, decapita ocidentais em público e declara ter como objectivo a imposição, pela força das armas, da sua religião aos não-crentes.

Entramos aqui num terreno sempre polémico: onde é que deixamos os princípios morais absolutos – que são a primeira competência da Igreja – e entramos na aplicação prudente desses princípios, em contextos complicados. Excepto em casos de agressão injusta, o juízo sobre o uso legítimo da força cabe aos líderes seculares e não aos papas nem aos bispos.

O mundo secular raramente compreende a distinção. No voo de regresso da Coreia, em meados de Agosto, o Papa disse: “É lícito travar um agressor injusto. Sublinho o verbo: travar. Não digo bombardear nem fazer guerra, digo impedir de alguma maneira”.

Os media seculares, e mesmo alguns órgãos católicos, reagiram mal: Se não é para bombardear, então qual é a estratégia do Papa? Como se o Sumo Pontífice tivesse de ter uma estratégia militar, qual presidente dos EUA. A minha aposta é de que o Papa estava a afirmar a necessidade de agir – naturalmente através do uso da força –, mas deixando claro que, apesar do horror da violência do Estado Islâmico, não cabe ao Papa defender os bombardeamentos americanos nem as decisões práticas de qualquer outra nação.

Mas na semana passada disse à Comunidade de Sant’Egidio: “A guerra nunca é uma forma satisfatória de corrigir injustiças... A guerra conduz as pessoas a uma espiral de violência que se torna difícil de controlar. Destrói aquilo que levou gerações a estabelecer e abre caminho a conflitos e injustiças ainda piores”.

"Diálogo" ao estilo do Estado Islâmico
Calculo que na emoção do momento, como tende a fazer, Francisco foi um bocadinho mais longe do que queria. O pensamento moral católico há muito que aceitou que as autoridades católicas têm por vezes a responsabilidade de recorrer à força. E temos exemplos de guerras boas, como a derrota dos nazis pelos aliados. Como explica o Catecismo da Igreja Católica:

[2307]Cada cidadão e cada governante deve trabalhar no sentido de evitar as guerras.

Apesar desta admoestação da Igreja, por vezes torna-se necessário usar a força para obter os fins da justiça. Este é um direito, e o dever, de todos os que têm responsabilidade pelos outros, tal como líderes civis e forças policiais. Enquanto os indivíduos têm o direito de renunciar a toda a violência, aqueles que preservam a justiça não o podem fazer, embora deva ser sempre um último recurso, “falhados todos os esforços de paz”.

É claro que existem os limites das condições sobre a decisão de ir para a guerra (ius in bellum) e o comportamento durante o combate (ius in bello). O juízo prudente dos líderes civis nestas matérias é, justamente, alvo de escrutínio cuidadoso. Em retrospectiva, muitos dos que acreditavam que Saddam Hussein possuía armas de destruição maciça vieram mais tarde a concluir que a decisão do presidente Bush de atacar o Iraque foi um erro. Da mesma forma, muitos consideram agora que a decisão de Obama de retirar as tropas do Iraque foi um erro e que, por isso, ele depara-se agora com limites à sua acção contra o Estado Islâmico que podem bem tornar a sua estratégia inútil. Este é um problema grave, uma vez que um dos critérios para a guerra justa é a existência de uma possibilidade razoável de sucesso, que é como quem diz, a existência de um benefício proporcional na decisão de matar pessoas e partir coisas.

É claro que o Papa sente a tragédia de todas as guerras e o pecado que está por detrás delas: “Ganância, intolerância, sede de poder... Estes motivos estão por detrás da decisão para ir para a guerra e, demasiadas vezes são suportadas por uma ideologia; mas em primeiro lugar há uma paixão ou um impulso distorcidos. A ideologia é apresentada como justificação quando não existe qualquer ideologia, mas apenas a resposta de Caim: ‘Que me interessa isso? Serei eu o guarda do meu irmão?’”

Noutras alturas, porém, ele e a Igreja reconhecem que o “uso justo da força” – caso queiram evitar a palavra “Guerra”, como parece ser a vontade da Casa Branca – serve precisamente para podermos ser os “guardas do nosso irmão”. Talvez seja necessário recordar o Vaticano disso. Irmãos cristãos, yazidis, curdos e muçulmanos de várias confissões, foram expulsos das suas casas, mortos ou marcados para genocídio. Não é possível negociar com os agressores. Não há diálogo ao alcance dos homens que seja capaz de fazer a menor diferença na mortandade.

Podemos preferir que não fosse assim. Podemos lamentar a herança da história e da violência do passado. Podemos reconhecer os nossos próprios pecados e pedir a Deus uma solução que não somos capazes de encontrar sozinhos. Mas entretanto temos apenas os meios ao nosso alcance e não podemos demitir-nos da responsabilidade de proteger aqueles que sofrem agressões.

Mesmo que não possamos fazer nada, podemos pelo menos dizer a verdade, porque: “para promover a paz é necessário saber o que a guerra é na realidade, e não aquilo que gostaríamos que fosse”.

terça-feira, 16 de Setembro de 2014

Papa ameaçado na visita à Albânia?

Albânia é o próximo destino do Papa Francisco
O Papa Francisco corre perigo na sua visita à Albânia no próximo domingo? O embaixador iraquiano junto da Santa Sé diz que o Estado Islâmico quer matar Francisco, que as ameaças são credíveis e que as visitas a estados muçulmanos são um perigo.

Antes de entrarem todos em pânico, lembrem-se que ao embaixador do Iraque interessa continuar a pintar o Estado Islâmico com as piores cores possíveis para manter a pressão sobre a comunidade internacional para derrotar o grupo. Não é que não sejam terríveis, é só para enquadrar melhor as declarações.

Ainda sobre o Estado Islâmico, os patriarcas do Médio Oriente encontraram-se esta terça-feira em Genebra e, em conjunto, apelam aos líderes religiosos e políticos da região para condenarem mais veementemente a perseguição aos cristãos. O Patriarca caldeu quer botas no terreno para combater os terroristas, mas prefere que sejam “botas árabes”.

Na senda de ontem, fiquem com os links para mais dois dos artigos do The Catholic Thing que publiquei durante as férias. Em “Qual é o objectivo?”, Anthony Esolen pergunta a todos os que procuram impor mudanças sociais qual é o tipo de sociedade que querem criar. São o tipo de perguntas que tendem a ficar sem resposta…

Já em “Cardeal Müller: Um Grande Líder Católico”, Filip Mazurczak tece um grande elogio ao prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Quer gostem ou não de tudo o que ele diz ou defende, é um homem que urge conhecer bem.

Por fim, não se esqueçam de dizer a todos os vossos amigos e conhecidos para aparecerem na Caminhada Pela Vida, no dia 4 de Outubro. E já agora, acedam à página no Facebook e façam um like!

segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Caminhada pela Vida e homenagem a David Haines

Findas as minhas longas férias, estou de volta para vos trazer a mais importante informação religiosa!

Começo então por lançar-vos um desafio. No dia 4 de Outubro muitos vão optar por se juntar em Lisboa para caminhar em defesa da Vida. São umas horas do vosso sábado, por aquela é a mais importante causa dos nossos tempos. Não percam, não deixem de aparecer, que eu não deixarei de vos avisar, muito, até lá. Encontram mais informação no site da caminhada e na página do Facebook.

Quanto a notícias do dia, começamos devagar. O Cardeal Vincent Nichols, de Westminster, prestou hoje homenagem a David Haines, a mais recente vítima ocidental do Estado Islâmico. É uma homenagem justa e simpática, que contrasta a vida de quem se dedicou a ajudar os outros à selvajaria de quem vive e respira morte.

Durante o fim-de-semana o Papa presidiu ao casamento de 20 casais em Roma, um gesto raro, mas muito importante nas vésperas de um sínodo sobre a família.

Ainda sobre este tema, o novo bispo de Aveiro pediu que as famílias não se fechem sobre si mesmas. D. António Moiteiro tomou posse ontem.

Ao longo das últimas semanas continuaram a publicar-se artigos do The Catholic Thing em português. Na primeira que publiquei durante as férias, Robert Royal lamenta a forma como falamos do Iluminismo como se fosse a época áurea da história do Ocidente.

Noutro artigo Howard Kainz analisa o livro “A História da Igreja”, de James Hitchcock, que refere, entre outras coisas, que todos os concílios da Igreja tem sido momentos de tensão e dificuldade.

Por hoje fiquem-se com isto, que amanhã espero voltar com mais informação interessante!

quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

Joe Biden e as Portas do Inferno

Pe. Mark A. Pilon
Há dias o vice-presidente Joe Biden declarou solenemente que os bárbaros que decapitaram o jornalista Jim Foley seriam perseguidos até às portas do Inferno e depois repetiu, duas vezes, que era no inferno que iriam residir. A primeira parte da afirmação é claramente uma metáfora que indica que os EUA não vão desistir de trazer esta gente até à justiça. Mas a segunda parte é bastante diferente, Biden declarou que os terroristas estão destinados a ir para o Inferno, por causa do assassinato bárbaro deste jornalista americano, e tantos outros.

Biden abriu as portas a um tipo de juízo muito severo. Pessoalmente, concordo que estes homens são verdadeiros bárbaros e que os seus crimes merecem a punição do Inferno – mas estou obrigado a acrescentar: a não ser que se arrependam. Este já é um juizo moral com uma condição e não um juizo final escatológico sobre o destino final de tais monstros.

Mas não podemos dizer algo parecido de Joe Biden? O vice-presidente é um aliado firme do movimento bárbaro que, neste país e durante o seu mandato, conduziu à morte – também grotesca, de, literalmente, milhóes de seres humanos por nascer. Não interessa o que Biden diz serem as suas opiniões pessoais sobre o aborto, se é pessoalmente contra estes crimes contra a humanidade ou não. Fazendo eco da Escritura, podemos dizer que o ISIS matou as suas dezenas de milhares enquanto os médicos americanos cooperaram com as mães americanas para matar dezenas de milhões. 

Contudo, enquanto os islamitas decidiram transformar a sua barbárie num espectáculo público, as barbaridades dos abortistas tendem a ser escondidas e só se tornam ligeiramente visíveis, mesmo hoje, quando pessoas como o Dr. Gosnell são acusados e condenados.

Biden faz parte deste crime através do seu apoio político. Como a maioria dos católicos que apoiam o lobby pró-abortista e a legislação através dos seus votos, Biden parece não ter sensibilidade para a dimensão e a natureza do mal em que está envolvido, verdadeira e responsavelmente envolvido, mesmo que apenas indirectamente. Embora ele não encoraje ninguém a abortar, nem financie os abortos de ninguém, o seu apoio activo tem feito dele um colaborador em milhões de mortes. Tal como Nancy Pelosi, outra auto-proclamada católica, Biden parece não ter qualquer noção da sua responsabilidade moral.

Cristo ensinou que nem todos aqueles que dizem “Senhor, Senhor”, entrarão no Reino, mas apenas aqueles que fazem a vontade do Pai. Certamente não é a vontade do pai que os líderes políticos cooperem em abortos. Biden, Pelosi e outros católicos que se consideram católicos de boa fé correm o risco de ouvir as palavras que Jesus proclama no final do sermão da montanha: “E então lhes direi abertamente: ‘Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’”. A colaboração ou prática persistente da imoralidade resulta sempre na cegueira moral.


Um muçulmano que se oponha firmemente ao aborto poderia facilmente virar o bico ao prego a Biden e dizer-lhe que é ele o bárbaro que vai parar ao Inferno. Um católico deve colocar as coisas de outra maneira. Deveria usar da caridade para dizer a Biden que residirá no Inferno caso não se arrependa nem faça reparação pela sua colaboração com este grande mal moral. Porque é que nenhum bispo teve a coragem de dizer a Biden e a Pelosi, e a todos os outros católicos colaboracionistas, que arriscam passar a eternidade no Inferno se não se arrependerem? A não ser que Jesus tenha errado quando censurou os fariseus, não há mal nenhum em avisar aqueles que colaboram com o mal moral que arriscam o Inferno caso não se arrependam.

Suponho que os bispos estejam a sofrer de correcção política. Ou então têm uma noção errada da relação entre Estado e Igreja. Mas é provavel que a maioria dos bispos tenha adoptado, de facto, uma noção subjectiva de consciência, a ideia de que a consciência acaba por triunfar sobre a autoridade moral da Igreja. Parece ser isso o que está por detrás da recusa em negar a comunhão a políticos que apoiam o aborto. Partem do princípio que não podem nunca julgar a responsabilidade destes políticos pelas suas acções. O Direito Canónico não exige qualquer juízo final moral para negar a Sagrada Comunhão, apenas o exige quando se considera que certos católicos são culpados de uma acção pública objectivamente escandalosa, contrária à lei moral num assunto grave.

Mas penso que o problema é mais profundo que esta leitura obviamente errada do Direito Canónico. Muitos bispos consideram que uma pessoa pode ter uma consciência recta e moralmente boa, mesmo quando está objectivamente em erro – e sabendo bem que a autoridade da Igreja tem considerado, de forma consistente, que uma acção moral é gravemente errada. Por outras palavras, a formação subjectiva da consciência vence sempre a autoridade moral na determinação da responsabilidade moral, quando estiverem os dois em conflito.

Esta abordagem à consciência moral tem sido a base teórica da “solução pastoral” para a rejeição em massa dos ensinamentos da Igreja sobre contracepção ao longo dos últimos cinquenta anos. A consequência natural, claro, será a total subjectivização da lei moral, como as igrejas protestantes já aprenderam. É por isso que estamos na posição em que estamos no que diz respeito à responsabilidade dos Joe Bidens e das Nancy Pelosis. Eles continuam cegamente a percorrer a estrada que conduz à perdição, enquanto os bispos continuam a manter-se em silêncio, recusando a admoestar publicamente o seu rebanho. Chamam a isto caridade pastoral? 


O padre Mark A. Pilon, sacerdote da Diocese de Arlington, Virginia, é doutorado em Teologia Sagrada pela Universidade de Santa Croce, em Roma. Foi professor de Teologia Sistemática no Seminário de Mount St. Mary e colaborou com a revista Triumph. É ainda professor aposentado e convidado no Notre Dame Graduate School of Christendom College. Escreve regularmente em littlemoretracts.wordpress.com

(Publicado pela primeira vez na quart-feira, 10 de Setembo de 2014 em The Catholic Thing)


© 2014 The Catholic Thing. Direitos reservados. Para os direitos de reprodução contacte: info@frinstitute.org

The Catholic Thing é um fórum de opinião católica inteligente. As opiniões expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. 
Este artigo aparece publicado em Actualidade Religiosa com o consentimento de The Catholic Thing.

Partilhar